
sábado, 30 de junho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Salada de Batata Póstuma; Goulash Guilhotina, Frango à Câmara de Gás...
nomes atibuídos aos pratos pedidos na última refeição de condenados à morte nos Estados Unidos. Com direito a livro de receitas publicado.
Mórbido ?
Será?
A pena de Morte é legal em 38 estados americanos (total de 50).
Deitados numa maca, amarrados por cintos de couro nos pés, mãos e tronco, o condenado recebe a injeção letal.
Sete estados ainda usam a cadeira elétrica.
Oklahoma tem pelotão de fusilamento.
Delaware ainda mantém a forca.
Em 2006 foram 53 executados.
O governo prende uma pessoa para matá-la sob o olhares de testemunhas!
Mórbido ?
Será?
A pena de Morte é legal em 38 estados americanos (total de 50).
Deitados numa maca, amarrados por cintos de couro nos pés, mãos e tronco, o condenado recebe a injeção letal.
Sete estados ainda usam a cadeira elétrica.
Oklahoma tem pelotão de fusilamento.
Delaware ainda mantém a forca.
Em 2006 foram 53 executados.
O governo prende uma pessoa para matá-la sob o olhares de testemunhas!
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Hiroshina viu um clarão amarelo....

Quando a bomba veio vi um clarão amarelo e fiquei rodeada pela escuridão. Um edifício de madeira com dois andares que era a minha casa com oito quartos ficou feito em pedaços e cobriu-me.
Quando vim a mim estava tudo negro como breu à minha volta. Tentei levantar-me mas tinha uma perna partida. Tentei falar mas vi que tinha partido seis dentes. Quando reparei que tinha a cara e as costas queimadas, que tinha um corte que ia do ombro até à cintura, rastejei até à margem do rio e quando lá cheguei vi centenas de corpos a boiar. Foi aí que percebi, chocada, que tinham atingido toda a cidade de Hiroshima.
Encontrei uma fila infindável de refugiados todos sem qualquer peça de roupa no corpo e a pele da cara, dos braços e do peito fora arrancada e estava pendurada e, contudo, eles não tinham qualquer expressão. Fugiam em silêncio profundo. Achei que era uma procissão de fantasmas.
Quando vim a mim estava tudo negro como breu à minha volta. Tentei levantar-me mas tinha uma perna partida. Tentei falar mas vi que tinha partido seis dentes. Quando reparei que tinha a cara e as costas queimadas, que tinha um corte que ia do ombro até à cintura, rastejei até à margem do rio e quando lá cheguei vi centenas de corpos a boiar. Foi aí que percebi, chocada, que tinham atingido toda a cidade de Hiroshima.
Encontrei uma fila infindável de refugiados todos sem qualquer peça de roupa no corpo e a pele da cara, dos braços e do peito fora arrancada e estava pendurada e, contudo, eles não tinham qualquer expressão. Fugiam em silêncio profundo. Achei que era uma procissão de fantasmas.
Relatos de sobreviventes
Vimos uma nuvem a subir. (...) Estávamos a 33 mil pés e a nuvem estava lá e continuava a subir em ebulição, como se estivesse a rolar e a ferver. A superfície não passava de um ponto negro em ebulição. A única comparação possível é com um barril de alcatrão. Era isso o que parecia. Onde antes estava uma cidade com casas, prédios e tudo o que se via àquela altitude, agora só se viam destroços pretos e em ebulição lá em baixo.
Paul Tibbets
domingo, 24 de junho de 2007
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