domingo, 10 de junho de 2007

SANTUARIO DOS INVESTIDORES."Agora pode haver arte, pois existe o sofrimento."




Burrice ou Falta de informação?

Crematorio Bovino.

Ta rindo do que?

Esquartejamento


Como fica bonito em seu prato.

Cadeia alimentar.

Esse é um serviço pago.





















9 comentários:

Karyna disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Karyna disse...
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Karyna disse...

mto bem senhor artista!
comer e criticar.
me soa contraditório...
quem?
eu?
você?
todos nós!

Eduardo Pelizzari disse...

a gula não é pecado e sim a descoberta de que o caos equilibra o ser

Anônimo disse...

NOSSA TRUCULÊNCIA
Clarice Lispector

Quando penso na alegria voraz
com que comemos galinha ao molho pardo,
dou-me conta de nossa truculência.
Eu, que seria incapaz de matar uma galinha,
tanto gosto delas vivas
mexendo o pescoço feio
e procurando minhocas.
Deveríamos não comê-las e ao seu sangue?
Nunca.
Nós somos canibais,
é preciso não esquecer.
E respeitar a violência que temos.
E, quem sabe, não comêssemos a galinha ao molho pardo,
comeríamos gente com seu sangue.


Minha falta de coragem de matar uma galinha
e no entanto comê-la morta
me confunde, espanta-me,
mas aceito.
A nossa vida é truculenta:
nasce-se com sangue
e com sangue corta-se a união
que é o cordão umbilical.
E quantos morrem com sangue.
É preciso acreditar no sangue
como parte de nossa vida.
A truculência.
É amor também.

Marco Griesi disse...

eu como carne...por isso sou feliz!
ditado islâmico!

Cotidiano disse...

E...E...E...
Eu não como carne!
Algum problema?

ADORO uma fraldinha!

Karyna disse...

o caos equilibra o ser...
vou levar essa frase comigo hoje!

Anônimo disse...

Quando chega a hora do abate propriamente
dita, o gado é enfileirado em um curral e um
funcionário começa a conduzir através de uma
porta de aço os animais com o auxílio de uma
vara de eletrochoque. Isto não é fácil, pois
os animais ficam muito nervosos geralmente. Ao
entrar no matadouro, o animal pode cheirar,
ver o sangue e os pedaços em diversos estágios
de corte, dos animais que o antecederam. Há
verdadeiro pânico e ele tenta inutilmente
fugir dando saltos, o que é inútil pois está
totalmente cercado de chapas de aço.
A inconsciência pré-abate é feito com uma
pistola pneumática que dispara uma vareta
metálica no crânio do animal, perfurando-o
dolorosamente até o cérebro e desacordando-o
para o passo seguinte. Este disparo, como o
animal se agita muito, nem sempre é certeiro
e, freqüentemente, atinge o olho ou resvala na
cabeça do animal, gerando ainda mais dor. Em
matadouros de pequeno porte o método é feito
através de um martelo específico que golpeia a
cabeça do gado quebrando o seu crânio (essa
técnica também é usada em vitelas, pois os
ossos do crânio de filhotes são mais macios).
Nem sempre o martelo acerta com precisão a
região que causa a inconsciência, podendo
rasgar os olhos ou o nariz do gado.