Derruba um boi na água
Era um boi de aspa grande
Já moído pelos anos
O coitado não sabia
Do seu destino tirano
Sangrando por ferroadas
No Araguaia foi entrando
As piranhas vieram loucas
E o boi foram devorando
Enquanto o pobre boi velho
Ia sendo devorado
A boiada foi nadando
E saiu do outro lado
Almir Sater (Boi de Piranha)
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário